é sobretudo num olhar superficial, inerentemente subjectivo, que reside a diferença entre a beleza e a fealdade. temos de olhar com atenção.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
A(rtic) M(onkeys)
o novo álbum de Artic Monkeys é uma delícia sonora. e este vídeo outra, a nível visual. paciência na sua visualização =)
sábado, 28 de setembro de 2013
milk is an old dopping
este documentário faz lembrar o filme "Thank you for smoking" mas de uma forma mais velada ainda.
talvez daqui a alguns anos se crie um thank you for drinking milk, enunciando jocosamente a forma como somos enganados em relação à necessidade de beber leite, e aquilo que este contém, e de onde vem, e por onde se espalha.
food for thought.
domingo, 22 de setembro de 2013
terça-feira, 17 de setembro de 2013
terça-feira, 10 de setembro de 2013
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
momento fútil, perdão, artístico
e a graça que este soutien tem? e fazerem versões biquini? eu quero um em rosa pastel por favor =)
imagem retirada do videoclip de Applause. de lady Gaga.
sábado, 31 de agosto de 2013
terça-feira, 30 de julho de 2013
segunda-feira, 29 de julho de 2013
sexta-feira, 26 de julho de 2013
out of context #18
"Quando dois seres vivem no mesmo apartamento, se vêem todos os dias e, além disso, se amam, as suas conversas quotidianas harmonizam as suas duas memórias: por consentimento tácito e inconsciente, deixam no esquecimento vastas zonas da sua vida (...)"
In "A Ignorância", de Milan Kundera
In "A Ignorância", de Milan Kundera
feminismo contemporâneo
"A entrada é feita pela porta da frente
Por Raquel Costa
Querem ler sobre coisas fofinhas? Então não contem comigo.
Qual é a cena com a obsessão milenar dos homens com sexo anal? E em que momento da História nos convencemos que curtíamos bué ser penetradas por trás? Eu sei que o tema é polémico e que vai chocar muitas mentes livres deste século XXI. Mas olhem, azarito. Já sabem qual é o assunto, podem sempre voltar atrás e não ler o resto.
E por falar em atrás, há uma proposta que resulta (quase) sempre: quando um gajo me propõe uma sessão anal, eu digo "ya, bacano! Quero imenso!". E, ato contínuo, proponho-lhe o mesmo. Socorrendo-me de um objeto fálico não cortante, sugiro-lhe que, antes do ó-tão-prazeiroso ato, ele experimente o quão agradável é ser penetrado por um cilindro num orifício concebido para expelir sólidos e gasosos. "Ai não queres? Então porque é que eu hei-de querer?" Resulta quase sempre. Quase.
Mas voltando à vaca fria. Eu culpo as revistas femininas. Tão paladinas da modernidade e tão conservadoras. "Como ter uma carreira de sucesso"... para agradar ao teu homem. "Como perder 25 kg em 3 dias"...para arranjares um homem. "Como ser independente e feliz"...para conquistares um homem. O mesmo se aplica ao cu. Temos que dar o cu. Primeiro para sermos modernas. Segundo, e a razão mais importante, para sacarmos um gajo. Porque, uma vez a relação consolidada (dar o cu, só quando já agarraram o gajo. Antes, nunca!), se não tivermos "experiências sexuais tórridas" (= dar o cu) o mais certo é que o nosso homem se vá tornar o homem de outra qualquer.
Vivemos na era do medo. Medo de ficar sozinhos. Medo de perder o emprego. Os amigos. De ter filhos. De não ter filhos. De engordar. De emagrecer. De morrer. De desagradar. E para agradar (eh pá, não me venham com essa conversa que adoram fazê-lo, que é super íntimo e intenso... Blá blá) fomos fazendo concessões. As erradas, claro. Há que estabelecer prioridades, minhas senhoras. A minha é: "a entrada é feita pela porta da frente".
PS: sabem aquela história do "não gostas? é porque ainda não experimentaste comigo"? É treta."
from http://afarmaciadeservico.clix.pt/
está tão bem escrito que não acrescento mais. gosto especialmente da lucidez crítica relativamente às revistas femininas, que têm temas velhos com títulos novos.
Qual é a cena com a obsessão milenar dos homens com sexo anal? E em que momento da História nos convencemos que curtíamos bué ser penetradas por trás? Eu sei que o tema é polémico e que vai chocar muitas mentes livres deste século XXI. Mas olhem, azarito. Já sabem qual é o assunto, podem sempre voltar atrás e não ler o resto.
E por falar em atrás, há uma proposta que resulta (quase) sempre: quando um gajo me propõe uma sessão anal, eu digo "ya, bacano! Quero imenso!". E, ato contínuo, proponho-lhe o mesmo. Socorrendo-me de um objeto fálico não cortante, sugiro-lhe que, antes do ó-tão-prazeiroso ato, ele experimente o quão agradável é ser penetrado por um cilindro num orifício concebido para expelir sólidos e gasosos. "Ai não queres? Então porque é que eu hei-de querer?" Resulta quase sempre. Quase.
Mas voltando à vaca fria. Eu culpo as revistas femininas. Tão paladinas da modernidade e tão conservadoras. "Como ter uma carreira de sucesso"... para agradar ao teu homem. "Como perder 25 kg em 3 dias"...para arranjares um homem. "Como ser independente e feliz"...para conquistares um homem. O mesmo se aplica ao cu. Temos que dar o cu. Primeiro para sermos modernas. Segundo, e a razão mais importante, para sacarmos um gajo. Porque, uma vez a relação consolidada (dar o cu, só quando já agarraram o gajo. Antes, nunca!), se não tivermos "experiências sexuais tórridas" (= dar o cu) o mais certo é que o nosso homem se vá tornar o homem de outra qualquer.
Vivemos na era do medo. Medo de ficar sozinhos. Medo de perder o emprego. Os amigos. De ter filhos. De não ter filhos. De engordar. De emagrecer. De morrer. De desagradar. E para agradar (eh pá, não me venham com essa conversa que adoram fazê-lo, que é super íntimo e intenso... Blá blá) fomos fazendo concessões. As erradas, claro. Há que estabelecer prioridades, minhas senhoras. A minha é: "a entrada é feita pela porta da frente".
PS: sabem aquela história do "não gostas? é porque ainda não experimentaste comigo"? É treta."
from http://afarmaciadeservico.clix.pt/
está tão bem escrito que não acrescento mais. gosto especialmente da lucidez crítica relativamente às revistas femininas, que têm temas velhos com títulos novos.
quinta-feira, 25 de julho de 2013
out of context #17
"A vida do homem dura em média oitenta anos. É contando com esta duração que cada um imagina e organiza a sua vida. (...) raramente nos damos conta de que o número de anos que nos é atribuído não é um simples dado quantitativo (...) mas faz parte da própria definição do homem."
In "A Ignorância", de Milan Kundera
In "A Ignorância", de Milan Kundera
out of context #16
"Mais velha, verá nestas semelhanças uma lamentável uniformidade dos indivíduos (...) e uma monotonia fatigante dos acontecimentos (...); mas na sua adolescência, acolhe estas coincidências como um milagre, ávida de decifrar os seus sentidos."
In "A Ignorância", de Milan Kundera
In "A Ignorância", de Milan Kundera
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